Talentos Fenae/Apcef

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL X INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL X INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
IA, SABENDO USAR QUE MAL HÁ!

Em pleno século XXI, ainda assistindo a filmes futurísticos, como Star Trek... eu dei uma parada de escrever e fui pedir a ajuda a IA para ver se eu tinha escrito o nome do filme corretamente:
O nome do filme "Jornada nas Estrelas" em inglês é "Star Trek". Essa foi a resposta da minha “amiga”.

Maravilhosa invenção. Não perdemos tempo com detalhes para resolver assuntos sérios e não perder o fio da meada. Como nosso cérebro trabalha, às vezes me sinto como se tivesse recebido uma entidade e ela estivesse falando através de mim. É o que muita gente chama de inspiração.
A IA ainda não consegue ter inspirações, isso é um sentimento totalmente humano. É a hora que criamos, sentimos e flui de forma assustadoramente criativa, genial.

Gênios!
Isso é o que nós seres humanos buscamos. A genialidade. Nossa evolução através de descobertas que fazemos, que aprendemos, que começamos a desenvolver e doamos para outros seguirem com a ideia.

Ideia!
Que delícia quando elas surgem. Eu mesma quando comecei esse texto não fazia ideia do que desenvolver. Lembrei do filme futurístico idealizado na década de 60/70 e que ainda é atual e fala de um futuro que ainda não alcançamos. Problemas tão atuais são abordados e vividos pelos personagens que tem a missão de ir aonde nenhum ser humano esteve.

Isso é uma ideia genial criada por um ser humano genial. Inspirado.

Como eu disse anteriormente, sabendo usar que mal há?
Usar de forma que não interfira no seu raciocínio. Que não seja dominante nas relações.
Que o trabalho evolua com proporções devidamente estudadas para que não haja uma lacuna, que poderá ser muito perigosa na produção das ideias e dos resultados esperados.
A IA veio ser parceira, e não dona da situação. Já existem várias correntes de pensadores que ressaltam e elevam a sua importância nas devidas proporções.
Comerciais de TV já deram até “forma” da IA dialogar conosco para que nos sentíssemos “colegas” do dia a dia. Não de forma superior, como muitas vezes é o que sugere.
A fala de um comercial da IA dizendo “e AI?” é genial, é inteligência emocional explorando a inteligência artificial.

Devemos desenvolver nossa inteligência emocional para acompanhar a inteligência artificial. Ter muitos “insights” e inspirações precisa de treino. É o que mais me fascina no ser humano, essa capacidade de criar emoções, dominá-las, sentir e aprender com elas.

Sou muito fã da IA e respeito muito o que ela sempre pode nos dar. Não preciso de uma extensa biblioteca, ou vários discos e filmes, para conseguir me familiarizar com assuntos de forma rápida. Viajar por países e culturas diferentes fazendo uma simples pesquisa com a utilização da IA é simplesmente fantástico. É claro que eu preciso dar o comando, preciso perguntar, e saber interpretar a resposta dada é de suma importância.

Estudar com ajuda da IA, obter conhecimento, e usar com sabedoria o que aprendi, só um ser humano é capaz.

E em como tudo na vida, sabendo usar não vai faltar nem fazer mal se não for em excesso.



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Inspiração

Estamos vivendo isso , essa imersão sobre a inteligência artificial e inteligência emocional. Dois tópicos muito atuais e desafiadores. Me inspirei nos eventos que vivemos diariamente e nas reações das pessoas em vários aspectos.

Sobre a obra

Utilizei a crônica jornalística como base no meu texto. Observar o comportamento humano diante de fatos apresentados sempre me motivou a escrever sobre o tema. Sem amarras, com o texto fluindo , independente do assunto.

Sobre o autor

Desde sempre escuto histórias contadas pelo meu pai. Sempre lendo de gibis a livros ele me cativou e explorou a minha imaginação. Eu fazia viagens incríveis e era capaz de criar histórias e contá-las para quem quisesse ouvir. Também desenvolvi a escrita em quadrinhos, usando meus familiares como personagens e desenhando de forma bem "rústica".

Autor(a): SONIA MARIA GAMA (Sonia Gama)

APCEF/SP