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Em pausa, pela pausa
Em pausa, pela pausa
O peito estranha um ritmo apressado,
Bate forte, em desalinho está a reclamar,
Este corpo exausto, já é fim do dia, cansado,
Pedindo tempo e calma para respirar.
No papel, os dados dizem: “está tudo bem’,
Mas por dentro, as batidas parecem querer falar:
"Momento de desacelerar, que o repouso vem,
Pausa para descansar."
E no calar da noite que desaba,
O sono profundo acolhe a exaustão,
O ronco revela que a labuta acaba,
Dando breve trégua à mente e ao coração.
Ao sonhar, busca-se a integridade,
Sobrepondo a cicatriz que o cansaço traz,
Que seja um descanso real em sua totalidade,
Para o amanhecer, uma nova jornada de paz.
Até mesmo, o homem mais forte quer o recolhimento,
Assim como a fibra, mesmo dura, vai ao chão.
Tem-se o sono como um alimento,
Que entrega ao tempo, a sua proteção.
Inspiração
A natureza do descanso
Sobre a obra
Tenta refletir alguma coisa sobre o efeito do cansaço no corpo humano.
Sobre o autor
Em palavras, buscar reflexões sobre contextos de nossa jornada.
Autor(a): WEBERSON FERNANDES DE FREITAS (Weberson Freitas)
APCEF/AM
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