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Flores falsas
Matei minha poesia
escondi evidências
revidei a indiferença
em legítima defesa
Essa não era a intenção
preparei o canteiro
investi tempo
insisti na primavera
Tudo em vão
Não resultou nenhuma obra-prima,
nem sonetos, odes ou elegias,
apenas um poema cafona
como as flores no vaso
coloridas, porém inertes
- eram todas de plástico –
Inspiração
A ideia surgiu a partir de um título sugerido por uma colega.
Sobre a obra
Poema com versos livres.
Sobre o autor
Procura explorar novas propostas na escrita.
Autor(a): REBECA BULCAO DA SILVA (Rebeca Bulcão)
APCEF/RS