Talentos

SOAC – O BURACO NEGRO

SOAC – O BURACO NEGRO

Desmontes e rompimentos...
Tiranias, assombros e anomias...
Sucateamentos e empobrecimentos...

A gravidade dum buraco negro – o SOAC - sugou a Terra, sem piedade!
E parece que – tragados – passamos a viver noutra Terra. Pior!
Ela nos alheou do bem maior rasgando nossa garganta com um “ai” maior...
Pisou-nos sobre sua atmosfera densa e deletéria, esmagando-nos com crueldade!

Quem tem olhos de enxergar que repare:
O buraco negro tem nome e não é um palíndromo...

Ficamos sem identidade;
Sem dignidade;
Sem vigor e, tampouco, felicidade...

Sob os impérios de trumps; bolsonaros; putins e zelenkys
Belicosos e fiéis do Covid-19, o impensável ganhou forma e aguilhão
Ganhou fama, prestígio, poder, fascínio e plataforma;
Uma multidão de cegos passou a seguir cegos da oportunidade de plantão...
Fanatismo!... assim mesmo: dessa forma!

O vírus e os arroubos belicosos rivais
Grassaram sob o manto da imunidade e da impunidade
Dizimaram um sem-número da humanidade
Mataram outra tanta porção pela falta de responsabilidade dos tiranos imperiais

Deboche e chacota;
Réquiem e muito sofrimento;
Mentira e anedota;
Quem paga mais por um presidente mau e em intenso recrudescimento?

As urnas pagarão...
Decerto pagarão
E SOAC expelirá de si o Brasil como tem feito
A tantas noutras nações.

E daí deixaremos sua umbra
Retornaremos a respirar os ares da liberdade
Felicidade, democracia, saúde, dignidade
E nem mais um pouco de penumbra.

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Inspiração

O estado de total melancolia de nuances gerais por que passa a humanidade onde o belicismo; a tirania e o alheamento dos poderes constituídos para com os povos vêm deixando a HUMANIDADE menos HUMANA. Mas há esperança. E a esperança é derrotar exatamente espectros bélicos e tiranos da face da Terra pela força da DEMOCRACIA e de seu VOTO.

Sobre a obra

Técnica Livre. Sou livre. Minhas crônicas e poesias também. Não fico citando a todo e qualquer oportunidade esse ou aquele autor renomado; nem trechos de suas obras... como foi que eles chegaram a tais estados? Antes deles quem havia para que eles pudessem se modelar? Sou autêntico. Busco crescer eu comigo mesmo. Optei por um crônica lírica rimada.

Sobre o autor

Sou poeta nato. Sempre escrevi... desde minhas mais remotas idades. Há gosto. Há prazer. Há catarse... e tudo isso faz um bem imensurável.

Autor(a): FERNANDO BATISTA DOS SANTOS (FERNANBAS)

APCEF/MG